Que estupidez e ignorancia. Se a tua familia estava la em Qana ias ficar
calado.
"Jaques O. Carvalho" <jaquescarvalho.m1@[EMAIL PROTECTED]
> wrote in message
news:44d4ebc6_1@[EMAIL PROTECTED]
> http://www.deolhonamidia.org.br/Publicacoes/mostraPublicacao.asp?tID=309
>
> Hezbollywood? Novas Provas São Descobertas, Indicando Que o Desabamento
Em
> Qana Foi Encenado
>
> Era pra ser um final hollywoodiano perfeito para o Hezbollah. Da mesma
> forma
> que o bombardeio israelense na vila de Qana em 1996 pôs um fim prematuro
à
> operação israelense "Vinhas da Ira", a continuação, Qana II, poderia
mudar
> de uma vez **** todas a direção do atual sucesso de bilheteria
israelense,
> "Operação Mudança de Direção".
>
> Dez anos atrás, a condenação mundial de um foguete errante isralense que
> atingiu uma instalação civil forçou o então primeiro ministro ****mon
Peres
> a
> interromper a ofensiva contra bases terroristas.
>
> O cenário também era perfeito: Qana mais uma vez estava sendo usada como
> base de lançamento de mísseis contra cidades israelenses. As Forças de
> Defesa de Israel (IDF) relataram que mais de 150 foguetes foram
disparados
> a
> partir de Qana e região contra civis israelenses, trazendo destruição a
> Kiryat Shmona, Maalot, Nahariya e Haifa. Era apenas uma questão de tempo
> até
> que a Força Aérea israelense viesse fazer uma visita, isolando com
> precisão
> alvos dentre os locais usados para lançar foguetes, centros logísticos
do
> Hezbollah e locais de armazenamento de armas.
>
> Na manhã de 30 de julho, de acordo com a IDF, a força aérea veio em três
> estágios. No primeiro, entre meia-noite e uma da manhã, houve um ataque
ao
> ou perto do prédio que desabou. Houve um segundo ataque contra outros
> alvos
> longe do prédio várias horas depois e, então, um terceiro ataque
> aproximadamente às 7:30 da manhã. Nesse último ataque, o máximo que as
> bombas chegaram do prédio foi cerca de 460 metros, de acordo com a IDF.
No
> entanto, os primeiros relatos de um prédio que havia desabado só
começaram
> a
> chegar **** volta das 8:00 AM.
>
> Houve, ****tanto, um intervalo não-explicado de 7 a 8 horas entre o
momento
> do ataque de helicóptero e o desabamento do prédio. O General de Brigada
> Amir Eshel, chefe do quartel-general da Força Aérea, em uma entrevista à
> imprensa, disse a jornalistas que "o ataque à estrutura na vila de Qana
> ocorreu entre meia-noite e uma da manhã. A diferença entre a hora do
> desabamento e a hora do ataque ainda não está clara".
>
> O general Eshel pareceu genuinamente intrigado **** essa diferença de
> tempo.
> Ele disse, "eu estou dizendo isso com muita cautela, ****que ainda não
faço
> idéia do que poderia explicar essa diferença".
>
> A única explicação do exército era que, de alguma forma, poderia haver
> munição não-explodida do Hezbollah no prédio que detonou horas depois.
> "Pode ter sido que, dentro do prédio, coisas que pudessem causar uma
> explosão estivessem armazenadas, coisas que não eliminamos no ataque e,
> talvez, coisas que permaneciam ali", o general de brigada Eshel disse.
>
> Eshel afirmou que, apenas dois dias antes, a inteligência militar
relatou
> que aquela área de prédios estava sendo usada pelos terroristas para
> armazenar ou lançar mísseis. Era um local pouco apropriado para amontoar
> dezenas de mulheres e crianças.
>
> Há outros mistérios. O telhado do prédio estava intacto. O jornalista
Ben
> Wedeman da CNN notou que havia uma grande cratera ao lado do prédio, mas
> que
> o prédio não parecia ter desabado em decorrência do ataque israelense.
>
> **** que razão civis que supostamente teriam se abrigado no ****ão do
prédio
> não saíram após o ataque à meia-noite? Eles apenas voltaram a dormir e
> tiveram o azar de esperar que o prédio desabasse de manhã?
>
> O que nós sabemos é que em algum momento após o nascer do sol, uma
ligação
> foi feita para os jornalistas e serviços de emergência para virem para o
> local. E assim o fizeram.
>
> Apesar de o Hezbollah e seus apologistas estarem afirmando que civis não
> conseguem fugir livremente dos locais de conflito em decorrência da
> destruição de estradas e pontes **** parte de Israel, os jornalistas e
> equipes de resgate não tiveram qualquer dificuldade de chegar lá a
partir
> da
> cidade de Tiro.
>
> As esquipes de resgate libanesas não começaram a evacuar o prédio até o
> começo da manhã e o fizeram somente após as equipes de filmagem
chegarem.
> A
> falta de um esforço real de resgate foi explicada dizendo que não havia
> equipamentos. Não houve cenas de pessoas vivas ou feridas sendo levadas.
>
> Havia muito pouco sangue, Wedeman da CNN notou: todas as vítimas, ele
> concluiu, pareciam ter morrido enquanto dormiam - dormiam,
aparentemente,
> durante os ribombantes ataques israelenses. Os encarregados do resgates,
> equipados com câmeras, removiam os corpos todos a partir de um mesmo
> buraco
> na estrutura. Não se permitiu que jornalistas chegassem perto do prédio
> desabado.
>
> Socorristas faziam a filmagem, conforme carregavam as vítimas em macas,
> ocasionalmente baixando os cobertores para que as câmeras pudessem
mostrar
> os rostos e corpos dos mortos.
>
> No entanto, israelenses já acostumados com cenas de carnificina causadas
> ****
> terroristas-bomba palestinos e mísseis do Hezbollah notaram intrigados
que
> essas vítimas não pareciam com as suas vítimas. Seus rostos estavam
> acinzentados. Seus membros pareciam rígidos, em decorrência do rigor
> mortis.
> Nenhum dos dois são efeitos que poderiam ter sido causados **** um ataque
> israelense horas antes. Esses corpos pareciam estar mortos há dias.
>
> Espectadores podem chegar a suas próprias conclusões. No entanto, cada
vez
> mais evidências surgem, sugerindo uma outra explicação para o que
ocorreu
> em
> Qana. O cenário seria de uma armação, em que o tempo entre o ataque
> inicial
> israelense próximo ao prédio e os relatos de seu colapso já de manhã
teria
> sido utilizado para "plantar" corpos mortos em ataques anteriores -
> relatos
> dos dias anteriores indicavam que a cidade próxima de Tiro estava sendo
> usada como um necrotério provisório - colocá-los no ****ão, e então
> empreender uma "demolição controlada" para falsificar um outro ataque
> israelense.
>
> O uso vastamente do***entado desse tipo de imagens forjadas **** parte
dos
> palestinos - desde o suposto assassinato de Mohammed Dura em Gaza a
cenas
> em
> Jenin de "mortos" caindo de padiolas e então subindo de volta sozinhos -
> levou à criação de um novo gênero cinematográfico, chamado "Pallywood".
>
> Há cada vez mais evidências de que Qana - a continuação é apenas mais um
> episódio desse gênero, uma variedade que poderia ser chamada de
> Hezbollywood. O Hezbollah aparentemente aprendeu bem o ofício.
>
> A atual suspensão dos ataques aéreos israelenses supostamente tem a
> intenção
> de, entre outras coisas, ser usada para a investigação do que de fato
> ocorreu em Qana. Espera-se que desta vez haja jornalistas verdadeiros no
> local e médicos forenses imparciais que tenham a coragem e a
inteligência
> de
> esmiuçar as anomalias e as contradições, e chegar à verdade soterrada do
> que
> realmente aconteceu.
>
> Não faltam vítimas no Líbano e em Israel nesses dias. A partir dessa
> perspectiva, nesse momento, parece que no caso de Qana, a mídia mundial
> foi
> levada a acreditar em uma farsa cruel e colossal empreendida **** uma
> organização terrorista que não se impõe qualquer limite moral no que se
> refere à exploração do sofrimento e ao ódio contra Israel. No entanto,
> como
> de costume, o único lado que se espera que pague o preço **** todo o
> episódio
> é Israel.
>
> Sim, seria um final hollywoodiano perfeito se tudo terminasse em Qana
> exatamente como aconteceu dez anos atrás. No entanto, finais perfeitos,
> assim como crimes perfeitos, raramente ocorrem na vida real.
>
> Os israelenses não poderão investigar esses indícios diretamente.
> Permanece
> a questão se homens e mulheres honestos de outras nacionalidades
> permitirão
> que essa provável mentira perdure ou se exercerão pressão para a
revelação
> da verdade inconveniente e improvável.
>
> Escrito ****: Reuven Koret - Publicado no Israel Insider. Tradução:
Augusto
> Ornellas
> Publicado no site em: 04/08/2006
>
> http://www.deolhonamidia.org.br/Publicacoes/mostraPublicacao.asp?tID=309
>
> --
> Jaques O. Carvalho
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